
Notícias 18 de outubro de 2011
XXVII CBA - Congresso Brasileiro de Agronomia
O tema do XXVII CBA foi Agronomia Sustentável e Brasil Viável. Além do Presidente da SEEA, fizeram parte da delegação os Engenheiros Agrônomos Aureliano Nogueira da Costa – Diretor Técnico do Incaper; David dos Santos Martins – Pesquisador do Incaper; Miguel Ângelo Aguiar também do Incaper; Helder Carnielli – Sócio Diretor da Ruralter; Gilmar Dadalto – da SEAG e Jorge Luís e Silva da Emateplac. Também esteve presente no evento o Consultor Técnico da Câmara Especializada de Agronomia do Crea-ES, Leonardo Coser.
Convidado pelo Presidente da Confaeab, Levi Montebelo, o Presidente da SEEA fez palestra no Fórum de Discussão de Assuntos de Interesse da Classe Agronômica falando sobre o Decreto 4560/2002. José Adilson apresentou um sucinto histórico da situação e formulou uma alternativa de ação para tentar reverter o caso, que foi aprovada por aclamação.
“Sempre que volto de um Congresso de Agronomia, tiro um tempo para pensar sobre tudo que captei e, tento correlacionar com aquilo que vejo na prática. E, quase sempre tenho concluído que nossa profissão é extraordinária e quanta coisa boa fizemos pelo Brasil e por seu povo. Por outro lado é muito frustrante ver que nossa classe não sabe responder bem aos apelos das lideranças para nos unirmos e ficarmos mais fortes.
Estamos cometendo os mesmos erros do passado. Trabalhando muito, produzindo muito, gerando riquezas para o país, mas individualizados, isolados, cada um no seu cantinho. A esmagadora maioria de nós Engenheiros Agrônomos, apesar de termos estudado em Escola Pública, não nos preocupamos com o interesse coletivo. Isto nos torna fracos politicamente.. Da maneira como nos comportamos vamos, de novo, ajudar o Brasil a vencer mais um monumental desafio que é produzir energia, fibra e alimentar o mundo e não conseguiremos agregar valor à nossa profissão. Continuaremos a ser os “primos pobres” da Engenharia, correndo atrás de subemprego em órgãos públicos por um quarto ou um terço do Salário Mínimo Profissional. Acordem Engenheiros Agrônomos!” |
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